19/04/14

Por ser obeso, professor que passou em concurso público é impedido de lecionar

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Aos 21 anos, o professor José Luis de Sá da Silva ficou em 5º lugar no concurso público paraprofessor de educação básica na rede estadual de São Paulo. Porém, está impedido de lecionar pelo Departamento de Perícias Médicas do Estado, pois seu Índice de Massa Corporal (IMC) era de 43,5 à época do exame, sendo que o limite é 40.
Sá da Silva pesava 127 quilos, distribuídos em 1,74 metro de altura. A sua desclassificação foi publicada no Diário Oficial do Estado, causando constrangimento ao professor.
Antes de prestar concurso, Sá da Silva lecionava como professor substituto na rede estadual, com 30 aulas semanais. Caso fosse aprovado, teria que cumprir 10 aulas semanais. Em entrevista ao G1, o docente perguntou: “Estou com 30 aulas como temporário, mas não sou apto para assumir 10 como efetivo?”
A pedido de Sá da Silva, uma nova perícia sera feita ainda em abril. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) anunciou que irá entrar com uma ação judicial para que o professor possa assumir o cargo.

Portal Fórum

Cientistas encontram planeta semelhante à Terra e capaz de abrigar vida

Concepção artística do planeta Kepler-186f
Astrônomos encontraram um planeta praticamente idêntico à Terra orbitando uma estrela em uma região que o torna capaz de suportar água líquida e vida em sua superfície. A descoberta foi anunciada oficialmente pela Nasa, nesta quinta-feira (17).
De acordo com informações publicadas pelo jornalista Salvador Nogueira, da Folha de S.Paulo, o Kepler-186f tem 1,1 vez o tamanho do planeta Terra e é o 5º planeta da órbita a contar de seu sol. Os cientistas estimam que uma volta completa em torno da estrela demora cerca de 129,9 dias terrestres. Isso significa que o ano lá tem cerca de um terço do nosso.
O sol de Kepler-186f é uma estrela vermelha com cerca de 50% do tamanho da nossa estrela-mãe. O grupo estrelar está localizado a uma distância de 490 anos-luz do nosso sistema solar.
Além do tamanho parecido com a terra, o planeta está em uma distância de seu sol que garante a quantidade certa de radiação para manter uma temperatura necessária para a existência de água líquida na superfície.
Kepler-186f também não corre risco de sofrer uma chamada “trava gravitacional”, que é quando o planeta fica sempre com a mesma face virada para a estrela, caso que acontece com a Lua em relação ao nosso planeta.
O momento é considerado histórico, pois pode significar o início da descoberta de outros mundos capazes de suportar vida semelhante à nossa. Os cientistas devem começar a focar em análises de composição dos planetas e suas atmosferas, para confirmar se podemos ter encontrado outra biosfera no universo.
Via- Blog da lilinha

Especificações do Motorola Moto E vazar no México

iPhone banhado a ouro, uma boa lembrança de casamento! - Blog Rafael Medeiros



Imagina ser convidado para um casamento e receber como lembrança um iPhone banhado a ouro 24 quilates.

Sim, isso aconteceu lá na Nigéria, no dia 12 de abril, e os felizardos foram convidados de Faith Sakwe, filha do presidente local, Goodluck Jonathan, e Godswill Osim Edward.

A “lembrancinha” foi produzida pela empresa Malivelihood Luxury, especializada em fazer este tipo de customização em equipamentos eletrônicos.

14/04/14

Escola Municipal Ivanor Pereira faz mobilização contra as drogas, na manhã deste sabádo, no centro de Caicò.



Utilizando faixas com o nome do projeto e entregando panfletes aos pedestres e motoristas.

A droga é um fenômeno sociocultural complexo, o que significa dizer que a sua presença em nossa sociedade vem crescendo no decorrer dos tempos. E a escola não pode mais fechar os olhos para essa grave situação, pois a droga não é algo longe da realidade de nossos alunos. Ela está mais perto do que se pensa. E a melhor forma de se combater esse pesadelo é a informação e o trabalho da conscientização que a escola pode fazer com eles.

Pois, se formos capazes de enfrentarmos coletivamente esse desafio em nosso cotidiano escolar, poderemos ajudar os nossos adolescentes a refletirem e se posicionarem criticamente diante da complexa questão das drogas, inserida hoje em nossa sociedade.


Esse projeto surgiu na necessidade de se falar claramente sobre as drogas, a qual é muito presente na vida atual de nossos alunos e seus familiares. Tendo em vista que uma educação preventiva e conscientizadora para com os alunos, pais e toda a comunidade sobre os efeitos e consequências causados por elas, em seus aspectos físico, psíquico e social, é de extrema relevância.

Fonte e Texto : Professor Sidney Souza de Medeiros

13/04/14

RafaCell em Caicó RN tem tudo para seu celular




Como Surgiu o Android


Muitos ficam se perguntando quando e como surgiu o sistema operacional android, um dos sistemas mais utilizados no mundo atualmente, sendo utilizado em Tablets, smartphones, entre outros.


Portanto resolvi criar uma serie de post, relacionado ao tema androidfalando como ele surgiu, quem detém os direitos sobre o sistema android, e citando detalhadamente alguns dos principais aplicativos gratuitos para essa plataforma.


Mais tudo isso será passado para vocês, em varias postagens.
Nesse post de hoje irei falar de como surgiu o sistema operacional android.
O android é um sistema que roda sobre o núcleo linux, ou seja é como se fosse um sistema linux móvel, embora por enquanto seja desenvolvido em uma estrutura externa ao núcleo linux.

Ele foi inicialmente produzido pelo google e posteriormente pela Open HandSet Alliance, mais a google é a a responsável pela engenharia de processos e pela gerência de todos os produtos android.

A história toda começou em 2005 quando a google comprou a android inc.Uma pequena empresa onde futuramente a google começou a trabalhar cada vez mais no desenvolvimento de um sistema baseado na plataforma linux, buscando ter uma plataforma flexível, aberta e de fácil migração para os futuros fabricantes.
Mais foi no ano decorrente em 2006 que começaram as especulações que a google entraria no mercado de telefones moveis, mas foi no ano de 2008 que finalmente foi apresentado pela google o primeiro telefone móvel comercialmente disponível para rodar a plataforma android, o HTC Dream.

Em 2010 Matias Duarte antigo diretor da web OS, junta-se a equipe do android, praticamente um ano após isso, foi lançado o primeiro Tablet comercialmente disponível a utilizar o sistema android 3,0 foi o Motorola Xoom nos Estado Unidos.
O sistema android vem tendo uma crescente enorme, tomando um grande espaço no mercado da telefonia móvel e de Tablets, tendo ganhado credibilidade e adeptos pelo seu baixo preço e sua grande liberdade de customizações.
FONTE: http://www.tecnoinfobrasil.com/


10/04/14

Celulares com Gorilla Glass: O que é isso?

HORA DE APRENDER:

Celulares com Gorilla Glass: O que é isso?
Gente, quando você comprar um celular que tem isso, significa que o vidro do seu celular é Gorilla Glass, siguinifica que o vidro dele e muito resistente e não quebra fácil. tem vários modelos de vidros gorilla glass, o numero 1,2,3,4.. 
Se seu celular contém tecnologia gorilla glass, significa que ele tem tecnologia anti-risco (que não precisa de pelicula) e siguinifica que seu celular é TOP DOS TOPS.
Fonte: RafaCell


Curta a minha pagina e fique por dentro de tudo que você precisa saber.
https://www.facebook.com/rafacellcaicorn

26/03/14

Há 4 ano atras eram assasinados o ex Prefeito Antonio Veras e os PMs Jackson e Solano


Na Foto: Antonio Veras
Hoje é um dia muito triste para a Familia do Ex Prefeito Antonio Veras e dos Policiais Militares Jackson Cristiano Dantas e Solano Costa de Medeiros.  foi a exatos um ano,  no dia 26 de março de 2010,  que os três foram assassinados em uma emboscada que tinha como Principal objetivo a morte do Ex Prefeito  Antonio martins Veras.
Na Foto: Jackson e Solano

Relembrando a tragédia:

21/03/14

como dar o seu telefone Android um grande aumento de velocidade, assim como a Apple acelerou iOS 7.1


Acelerar o AndroidA Apple lançou seu aguardado iOS 7.1 atualização na semana passada e enquanto o novo software adicionado um monte de grandes novidades e limparam alguns bugs irritantes, há uma coisa em particular que se destaca como a melhor coisa sobre o iOS 7.1 : as melhorias de velocidade . Software da Apple novo iOS 7.1 é incrivelmente rápido em iPhones e iPads, e que a diferença muda completamente a experiência do usuário para melhor. Mas por que os usuários do iPhone têm toda a diversão?

Com alguns ajustes simples para três configurações, você pode desfrutar as mesmas melhorias grande velocidade no seu Android smartphone ou tablet.

Uma das grandes coisas sobre o Android é a sua flexibilidade. Google software móvel está aberto a todos os tipos de terceiros ajustes e melhorias, mas também tem alguns recursos embutidos que os proprietários experientes podem aproveitar para mudar a experiência do usuário. Um tal recurso permite que os usuários de dispositivos Android para acelerar drasticamente as animações de transição que aparecem quando eles trocam de aplicativos e quando as janelas abrem e fecham.

Antes de atualizar para KitKat, muito cuidado com as restrições de cartões SD


sd-cardSony começou a atualização para o Android 4.4.2 software KitKat. A atualização é atualmente só vivem para o Xperia Z1, Xperia Z Ultra e Xperia Z1 Compact, no entanto, antes de atualizar ansiosamente você deve estar ciente das limitações relativas a cartões de memória microSD. Em termos básicos, quando você atualizar para KitKat, aplicativos de terceiros não será mais capaz de escrever para cartões SD.

O que isto significa na prática é que, por exemplo, você não será capaz de usar um aplicativo gerenciador de arquivos de terceiros para copiar arquivos para o cartão SD em uma rede. Outro exemplo é que no momento você não pode usar o aplicativo TomTom para baixar seus mapas para o cartão SD, se você estiver em KitKat.

06/03/14

Governo pode encarecer leilão do 4G

O governo parece ter encontrado uma solução para atingir a meta do superavit fiscal do ano sem apelar para manobras contábeis arriscadas: repassar a conta para as operadoras na segunda fase do leilão do 4G, previsto para agosto, e arrecadar até R$ 15 bilhões com a faixa dos 700 MHz em vez dos R$ 6 bilhões estimados inicialmente.

Elevar os preços, entretanto, implica afrouxar os compromissos. O secretário do Tesouro, Arno Augustin, estaria defendendo que as exigências sejam deixadas de lado nas negociações, o que comprometeria a implantação do serviço. Desta forma, as empresas não seriam obrigadas a cumprir o cronograma de cobertura das cidades, por exemplo. 

A ideia de Augustin é dividir o leilão em dois blocos e impedir que duas das quatro operadoras interessadas (Oi, Vivo, Tim e Claro) - que participaram da primeira fase - comprem as frequências. Mas o modelo desagrada o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Para ele, isso poderia afetar o equilíbrio do mercado porque, quando compraram a faixa de 2,5 GHz, há dois anos, as teles estavam de olho nos 700 MHz, considerados o 'filé mignon' da tecnologia por ter maior alcance.

Para tentar resolver a polêmica e contemplar todos os interessados, o governo estuda dividir as frequências em quatro blocos: dois menores, sem exigências;  um terceiro com obrigações de compartilhamento da faixa com serviços de segurança e emergência; e um quarto, mais caro, totalmente livre de metas. Este último poderia ser opção interessante para empresas interessadas em oferecer conexões mais rápidas à internet.

Via: Folha de S.Paulo

Em vídeo, designer mostra como iPhone 6c deveria ser

Certo de que a Apple pode vir a lançar um substituto ao 5c, o designer holandês Joseph Farahi criou um conceito para mostrar como gostaria que fosse o smartphone - que, aliás, seria renomeado para "C".
Na visão de Farahi, o aparelho da Apple tem de ficar mais fino e leve do que é atualmente. Por outro lado, sua tela precisa crescer.
Enquanto o iPhone 5c pesa 132 gramas, o C pesaria 116; a espessura de 8,97 milímetros passaria para 7,1; e a tela, de 4 polegadas, saltaria para 4,7.
O celular contaria ainda com câmera de 8 MP, gravação de vídeo em 120 fps e sensor biométrico (que só existe no iPhone 5s). E estaria disponível na cor preta, o que não ocorre com o 5c.
Confira no vídeo abaixo como o designer imagina o aparelho:

 

Conheça a história de Satoshi Nakamoto, o inventor da Bitcoin

Quem diria? O criador da Bitcoin, principal – e mais polêmica – moeda virtual em circulação, é um senhor de 64 anos, nascido no Japão e naturalizado norte-americano, com um gosto peculiar que o faz colecionar trenzinhos e um temperamento à la Steve Jobs. Não só isso, Satoshi Nakamoto é dono de uma fortuna em Bitcoins avaliada em cerca de US$ 400 milhões, mas vive numa casa humilde com a mãe em Temple City, na Califórnia.
Até hoje o nome Satoshi Nakamoto era só uma especulação, ninguém sabia de verdade se o homem existia ou se era um código, um pseudônimo ou coisa parecida. Então a repórter investigativa Leah McGrath Goodman, da revista Newsweek, mergulhou no caso e o desvendou, apesar de ter trocado apenas algumas palavras com ele.
Mais velho de uma família com três irmãos engenheiros, Nakamoto nasceu em Beppu, no Japão, em 1949, onde foi criado pela mãe, Akiko, sob preceitos budistas. Quando ele tinha dez anos, a mãe havia passado por um divórcio e se casara novamente quando todos se mudaram para a Califórnia, nos EUA.

FORMAÇÃO 
O garoto se formou físico na California State Polytechnic University e, desde então, adotou o nome Dorian Prentice Satoshi Nakamoto, assinando como Dorian S. Nakamoto. Saindo da faculdade, passou a trabalhar na Hughes Aircraft nas áreas de defesa e comunicações eletrônicas. Na década de 1980, se mudou para Nova Jersey, onde começou a trabalhar para a Radio Corporation of America como engenheiro de sistemas – foi quando conheceu a segunda esposa e teve cinco de seus seis filhos; só o primeiro é fruto do antigo casamento.
Nessa empresa, que hoje se chama L-3 Communications, Nakamoto atuava em trabalhos secretos para o governo, projetos que envolviam aviões e navios de guerra. Ele também fazia trabalhos militares paralelos, mesmo estando na RCA, até que, em 1987, o casal voltou para a Califórnia. Lá ele se sustentava como engenheiro da computação na região de Los Angeles e chegou a ser demitido duas vezes na década de 1990, sendo obrigado a hipotecar a casa, que acabou perdendo.
Esse ponto é importante porque Ilene Mitchell, 26, filha mais velha de Nakamoto, disse à Newsweek que foram provavelmente esses problemas que formaram o pensamento que seu pai tem sobre impostos e governo e, mais pra frente, podem tê-lo levado a idealizar algo como a Bitcoin. Ele sempre incentivou Ilene a ser independente, iniciar um negócio próprio e "não ficar sob controle do governo". "Ele era muito cauteloso com o governo, os impostos e as pessoas responsáveis", comentou ela.
Depois de uma temporada de volta em Nova Jersey, quando ele e a esposa, Grace Mitchell, 56, se separaram, ele retornou outra vez a Tample City, onde permanece até hoje. E ninguém da família sabe ao certo o que Nakamoto faz para viver.

Facebook Messenger chega ao Windows Phone

Poucos dias após o aviso de que o Facebook Messenger para Windows será descontinuado, a Microsoft anunciou a chegada do serviço ao Windows Phone.
O aplicativo de conversação da rede social já está disponível há algum tempo para smartphones com Android e iOS; a versão Windows traz tudo o que há nessas duas.
Uma das principais vantagens de se usar o FB Messenger está no fato de que não é necessário abrir o app da rede social para conversar com os contatos de lá. Além disso, como no WhatsApp, WeChat, Line etc., o usuário não paga por mensagem, e sim pelo uso da internet.
O app vem com stickers, permite conversas em grupo e o compartilhamento da localização – assim, as pessoas sabem se o usuário está por perto.
Para baixar, clique aqui.

24/02/14

Novo telefone Android acha que sua privacidade vale 629 dólares

Blackphone Specs, preço, data de lançamento
Blackphone, o telefone Android que é suposto para aumentar a privacidade do usuário , na verdade tem um preço e pode ser pré-encomendado. O aparelho custa US $ 629,Next Web Os relatórios , eo smartphone começará a ser vendido em junho deste ano.Detalhes Além de pré-encomenda para o smartphone, Geeksphone também listou algumas especificações e características para o dispositivo. O blackphone vai oferecer um 4.7-inch display HD IPS, 2GHz processador quad-core, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento, câmera de 8 megapixels 802.11n e suporte 4G LTE.
O aparelho vai rodar um sistema operacional baseado em PrivatOS Android e contará com o Google Apps, mas que também irá incluir uma variedade de outros aplicativos, incluindo telefone silencioso, Texto Silencioso e silenciosas Contatos, bem como alguns aplicativos exclusivos, incluindo blackphone blackphone Security Center, blackphone Assistente de ativação e blackphone Eliminação remota.
"O resultado? Pesquisando com este aparelho focado em segurança vai ser anônimo, e não rastreável ", a publicação escreve. "Todos os apps serão empacotados e Wi-Fi pode ser desativado automaticamente até chegar a uma rede confiável ou especificado habilitados para privacidade. Permissões de aplicativos pode ser controlada com maior precisão e funcionalidade básica, incluindo chamadas, textos e chats de vídeo será privado. "
Portadores estão ainda a anunciar planos para levar o Geeksphone blackphone.
VIA:
THE NEXT WEB
FONTE:
BLACKPHONE

20/02/14

Novos aparelhos com Android poderão ser obrigados a rodar o KitKat







Apesar de aparelhos com Android considerados high end rodarem com o sistema operacional atualizado, smartphones e tablets mais modestos rodam versões anteriores ao atual KitKat. Se depender da Google, essa prática deve acabar daqui em diante.

De acordo com o site Mobile Bloom, um documento, que supostamente veio do time de desenvolvimento do Android, foi enviado para todas as grandes fabricantes e afirma que a Google não aprovará a distribuição GMS para novos produtos que estiverem rodando versões mais antigas do sistema operacional. Isso significa que todos os aparelhos, sejam eles high ends ou low ends (mais baratos), deverão rodar o Android KitKat 4.4 de fábrica.

Conforme informações do Mobile Bloom, a mudança começaria já no mês de fevereiro. Sem a aprovação do GMS (Google Mobile Services), os aparelhos ficariam sem aplicativos-base do Android, como o Maps, Hangouts e Google Now, sendo que até mesmo à loja do sistema operacional pode ficar indisponível.
Alterações que podem virar o jogo

Caso o documento seja real, vários fabricantes podem se ver com um grande problema em mãos, já que a venda de smartphones de baixo custo, com configurações mais modestas e versões mais antigas do Android, movimenta grandes cifras em mercados emergentes.

Se a instalação do KitKat se tornar obrigatória, os aparelhos teriam que ser mais caros para acomodar uma configuração que rode as últimas atualizações do sistema operacional.

Isso pode acabar fazendo com outros sistemas operacionais móveis, como o Windows Phone, que vem crescendo em ritmo constante, e outros SOs, como FirefoxOS e o Tizen se tornem alternativas para fabricantes usarem em aparelhos de baixo custo.

Até o momento, a Google não se pronunciou sobre o assunto.


Android: como instalar aplicativos APK

Os aplicativos disponíveis na internet para o Android são tantos que você nunca conhecerá todos – até porque muitos são de qualidade duvidosa e não merecem muito reconhecimento.

Instalar qualquer app a partir da Play Store é simples, pois requer poucos toques na tela. Contudo, nem sempre você consegue acessar a internet usando o celular, impedindo a adição de novos recursos ao seu aparelho.

Caso a sua versão do Android conte com um gerenciador de arquivos nativo ou você já tenha instalado um recurso do tipo antes do problema de conexão, é possível adicionar novos apps ao seu smartphone com certa facilidade; basta ter acesso ao arquivo APK do programa e um cabo para transferi-lo do computador.
Pré-requisitos
Instalar o APK downloader no Google Chrome;
Acessar a página de um app na Play Store e usar a extensão para baixar um arquivo APK;
App gerenciador de arquivos instalado.
Faça você mesmo

Este tutorial é uma continuação lógica do artigo Como salvar arquivos APK da Google Play no seu computador: é preciso partir dele para conseguir realizar os passos a seguir — a não ser que você já tenha algum arquivo APK disponível no computador.

Uma vez com um aplicativo baixado, você precisa passá-lo para o celular. Conecte-o ao PC usando um cabo USB e abra a pasta do cartão SD do aparelho no Windows Explorer; seu nome pode aparecer como uma unidade de armazenamento ou com o nome do celular — isso varia conforme o modelo.


É importante escolher uma pasta que você possa reconhecer depois, então verifique primeiro no aparelho as pastas visíveis (de forma a não “perder” o arquivo). Transfira o APK.


Confira se o arquivo apareceu nas pastas do dispositivo e toque-o para tentar instalar.


Selecione o instalador de pacotes e selecione “Configurações”, na tela seguinte, para permitir a instalação do APK.


Marque a caixa “Fontes desconhecidas”, pois ela desmarcada impede a instalação de aplicativos não oriundos do app da Play Store. Depois, tente novamente instalar o app baixado.


Espere o processo terminar.


Com os passos acima, você consegue instalar aplicativos gratuitos da Play Store quando a sua conexão WiFi não estiver funcionando muito bem — uma alternativa para não ficar na mão quando o seu roteador resolver não funcionar, por exemplo.


A Microsoft deve desafiar o improvável e passar a trabalhar com o Android?


O já famoso Nokia Normandy (Fonte da imagem: Reprodução/EVLeaks (Twitter))







Com a aproximação do MWC 2014 e com o anúncio de que Satya Nadella é o novo CEO da Microsoft, o momento parece propício para a companhia realizar uma grande mudança em sua estratégia mobile. Apesar de elogiados, os aparelhos com o sistema operacional Windows Phone até o momento não conseguiram abocanhar uma fatia considerável do mercado global, e já há quem aposte que o desenvolvimento do sistema será encerrado em breve.

Reforçando os indícios de que uma mudança está prestes a ocorrer, durante os últimos meses a internet foi inundada por rumores sobre o Nokia Normandy, aparelho que pode marcar a entrada da subsidiária da Microsoft no mundo Android. Para alguns analistas, a mudança para o sistema da Google é o caminho natural caso a empresa realmente queira atuar de forma relevante em um segmento de mercado com o qual ela tem problemas em se estabelecer.

Apesar de a mudança para o Android ser possível, ela traz em si alguns questionamentos e problemas técnicos que podem tanto melhorar a situação da companhia quanto prejudicar ainda mais sua posição. Neste artigo, mostramos os dois lados dessa questão e apresentamos os motivos pelos quais a Microsoft deve abandonar o Windows Phone e as razões por que desistir de sua plataforma proprietária pode não ser exatamente uma boa ideia.
Busca por mais espaço

Por mais que a Microsoft tenha se esforçado durante 2013, é fácil ver que a empresa falhou em adquirir um espaço de destaque no mundo mobile no último ano. Atualmente, a empresa detém uma fatia de 3,2% no mercado global de dispositivos portáteis, o que significa que há aproximadamente 50 milhões de aparelhos Windows Phone no mundo — número respeitável, não fosse o fato de esse desempenho ser ínfimo quando comparado àqueles obtidos pelas concorrentes.

Atualmente, o Android possui uma base instalada que se aproxima dos 1,9 bilhão de usuários, enquanto o iOS conquistou 680 milhões de consumidores ao redor do mundo. Assim, embora a Microsoft possa ser considerada a dona da terceira maior plataforma mobile do mundo, se ilude quem pensa que ela está competindo no mesmo nível de suas rivais.

(Fonte da imagem: Reprodução/Phone Arena)

Para piorar a situação, estudos mostram que o Windows Phone está cada vez mais dependente da Nokia, falhando em captar a atenção de outras fabricantes de peso — embora já tenha trabalhado com a plataforma, a Samsung se mostra relutante em lidar com ela novamente. Apesar de a Microsoft afirmar que está prestes a anunciar novos parceiros em breve, a falta de entusiasmo que o mercado demonstra em relação ao sistema operacional não traz muitas esperanças para seu futuro.

Assim, muitos analistas veem a transição para o Android como uma espécie de “salvação” para a Microsoft, que com tal atitude poderia não somente conquistar a atenção de mais fabricantes, como também escaparia de um dos maiores problemas do Windows Phone: a falta de versões atualizadas de aplicativos populares.
Os desafios da transição para o Android

Caso a Microsoft decida abandonar o Windows Phone, não somente ela terá que lidar com a resposta negativa dos fãs do sistema, como também terá que enfrentar alguns desafios relacionados à maneira como a plataforma da Google se estrutura. Embora seja vista publicamente como um sistema operacional open source, fato é que isso só se aplica a uma parte específica do Android, que vem perdendo espaço com o passar dos anos.

Pode-se dizer que a plataforma é dividida em dois grandes “pedaços” de código — o primeiro deles conhecido como “Android Open Source Plataform” (AOSP), disponibilizado em um misto das licenças GPL e Apache. Essa fatia é responsável por providenciar a estrutura básica do funcionamento de um smartphone, incluindo a versão Android do kernel do Linux, a máquina virtual Dalvki e porções da interface básica de uso (o aplicativo de configurações, o painel de notificações e a tela de bloqueio).

(Fonte da imagem: Reprodução/Phandroid)

A segunda parte é conhecida como Google Mobile Services (GMS), que é dividida em duas porções: Google Play Services e Play Store. A primeira delas fornece APIs para o Google Maps, o sistema de localização do smartphone, integração com o Google+, o serviço que possibilita apagar aparelhos remotamente, a realização de análises de malwares, a possibilidade de realizar compras internamente em um aplicativo e a conexão de jogos multiplayer por turno, entre outras funções.

Já a segunda porção oferece acesso aos aplicativos próprios da Google (Pesquisa, Gmail, Chrome e Maps, entre outros), além de oferecer o suporte a milhões de softwares desenvolvidos por terceiros. O importante a notar é o fato de que o GMS não é gratuito (é necessário pagar US$ 0,75 para licenciar cada dispositivo) e exige o cumprimento de certos requisitos técnicos como resolução de tela e nível de performance para poder ser utilizado.

Outro aspecto que chama a atenção é que as duas partes que constituem o GMS não podem ser fracionadas. Ou seja, quem quiser acesso à loja Google Play vai ter que se contentar em usar todos os aplicativos e serviços desenvolvidos pela companhia em seus aparelhos, por mais que seja possível personalizá-los — caminho que a Samsung, HTC e outras fabricantes seguem atualmente.
As restrições do GMS

Embora a divisão entre AOSP e GMS permita que qualquer fabricante produza dispositivos Android sem contar com os aplicativos proprietários da Google, cada vez mais essa se mostra uma escolha arriscada. Isso porque a divisão entre as duas partes da plataforma não é igualitária e cada vez mais funcionalidades importantes dependem do uso do GMS para funcionar.

(Fonte da imagem: Reprodução/9to5 Google)

Por exemplo, no Nexus 5, toda a interface de uso do smartphone é dependente do mecanismo de buscas integrado ao GMS. De forma similar, alguns APIs foram deixados de lado no AOSP para serem desenvolvidos plenamente somente na fatia fechada do sistema operacional da Google.

Exemplo disso é o API de localização por GPS do AOSP, que não sofre nenhuma mudança substancial desde o lançamento do Android 1.5, embora tenha continuado a ser desenvolvido na fatia GMS da plataforma. Com isso, muitos dos aplicativos que usam recursos de localização disponíveis atualmente para o Android dependem dessa parte fechada do sistema e simplesmente não podem ser adaptados facilmente para plataformas que não possuem as APIs proprietárias da Google.
As diferentes maneiras de trabalhar com o Android

Diante da maneira como o Android é construído, a Microsoft teria que fazer algumas decisões importantes na hora de trabalhar com o sistema operacional. Ela poderia simplesmente seguir o mesmo caminho de empresas como Samsung, Sony e HTC e apostar somente em mudanças superficiais da plataforma — o que basicamente significaria deixar o futuro de seus esforços nas mãos da Google — ou teria a opção de abandonar a fatia GMS e trabalhar somente em cima do sistema AOSP, criando um “fork” (divisão) próprio do sistema operacional.

Esse é o caminho que a Amazon decidiu seguir ao criar o Kindle Fire e a maneira como muitas fabricantes chinesas lidam com a plataforma. Como contraponto ao fato de que isso significa perder o acesso a recursos importantes da Google e o suporte a alguns aplicativos, essa alternativa permite realizar uma série de modificações que não seriam possíveis de outra forma — entre elas, estabelecer a dependência de uma loja proprietária para o sistema.

(Fonte da imagem: Reprdoução/Digital Trends)

Embora tudo indique que a Microsoft vá optar por esse caminho caso decida realizar a transição para o Android, isso implica vários desafios para a empresa. Por um lado, ela poderia optar por simplesmente desenvolver uma interface de uso simples montada sobre o AOSP, o que teria como contraponto a impossibilidade de usar aplicativos que dependem das APIs presentes no sistema GMS.

Outra opção é desenvolver uma alternativa a tudo o que o GMS tem a oferecer, substituindo os sistemas da Google por softwares proprietários — alternativa que até o momento não foi realmente testada por nenhuma empresa. Quem mais chegou próximo disso foi a Amazon, que fornece algumas alternativas às APIs da Google, mas ainda está longe de substituir essa fatia importante da plataforma.

Teoricamente, uma companhia com os recursos da Microsoft seria capaz de trabalhar em um substituto à altura para o GMS, embora o trabalho necessário para tornar isso possível deva ser substancial: não somente seria preciso recriar o funcionamento correto do sistema, como também imitar com precisão seus bugs e características únicas — e, mesmo se essa tarefa for cumprida, ela não muda o fato de que muitos apps que dependem dos servidores da Google teriam que trabalhar com alternativas próprias à Microsoft, o que poderia resultar em uma divisão indesejada da base de usuários.

Para tornar a situação mais complicada, o resultado de uma batalha legal entre a Oracle e a Google pode definir em breve se uma empresa tem direito ou não a patentear APIs. Caso a decisão se mostre favorável, isso pode significar que, no futuro, a empresa poderá ter o direito a barrar legalmente o desenvolvimento de qualquer alternativa ao GMS que tente usar partes de seu código.
Compatibilidade ou controle: escolha somente uma opção

Caso realmente opte pela transição para o Android, a Microsoft terá na união entre o AOSP e o GMS como única alternativa para oferecer todos os aplicativos compatíveis com o sistema operacional — o que não é exatamente uma boa opção para ela, já que isso significaria ceder as decisões sobre o futuro de seus aparelhos à Google, algo que só deve aumentar a cada nova versão da plataforma.

O fork do Android desenvolvido pela Amazon (Fonte da imagem: Reprodução/Phone Arena)

Levando em consideração os rumores relacionados ao Nokia Normandy, a empresa deve adotar a opção pelo AOSP reforçado por algumas APIs próprias que favorecem serviços como o Bing e o sistema de mapas proprietário da Nokia. Com isso, o aparelho deve ficar sem receber apps populares como Plants vs. Zombies 2 e a última encarnação da série Angry Birds, entre outros — algo que não deve importar tanto assim, visto que o dispositivo deve possuir um hardware modesto, o que significa que ele será mais voltado para quem está entrando no mundo dos smartphones do que a usuários avançados (estratégia que deu certo para muitas fabricantes chinesas).

Embora no caso do Normandy essa estratégia possa funcionar, as restrições de compatibilidade vistas em aparelhos mais poderosos trariam problemas à Microsoft — ainda mais quando se leva em consideração os aparelhos produzidos por concorrentes como Samsung, LG, HTC e Sony, entre outras.

Diante dessa situação, faria muito mais sentido para a empresa continuar investindo no Windows Phone: afinal, se é preciso lidar com uma linha de aparelhos com uma quantidade restrita de aplicativos, é melhor para a companhia continuar trabalhando naquilo que já conhece e já investiu uma boa quantidade de recursos.
Esforço que pode não compensar

Para a Microsoft, o esforço para construir um sistema semelhante ao GMS seria semelhante àquele necessário para construir o Windows Phone e suas APIs a partir do Windows, se não ainda maior — enquanto a companhia tem um motor para navegação que roda em sua plataforma proprietária, ela não possui uma solução adequada ao AOSP.

(Fonte da imagem: Reprodução/Ars Technica)

Além disso, por mais que a empresa decida romper com o GMS, a Google continuaria a ter um controle implícito sobre a plataforma. Vários aspectos do Android são bastante únicos à pla

Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões


Se você faz uso do seu smartphone ou de seu tablet como um ponto de transmissão de dados peer-to-peer, o lançamento do novo app do BitTorrent pode interessar você, assim como o app oficial do µTorrent. Os dois aplicativos já podem ser encontrados na Google Store do Android (aqui eaqui), permitindo que você controle e realize o download de arquivos em aparelhos móveis para depois utilizá-los no computador, se assim desejar.

Os dois aplicativos trazem interfaces simples e que podem ser utilizadas por pessoas que não possuem muita familiaridade com os arquivos de torrent nos aparelhos mobile. É permitido escolher arquivos específicos de um torrent e determinar em que local do dispositivo eles serão salvos, assemelhando-se ao uso do serviço que encontramos nos computadores (algo que não era possível nas primeiras versões dos apps).

Além disso, o software de desktop do µTorrent foi atualizado (o mesmo deve ocorrer com o BitTorrent nos próximos dias) e agora é capaz de se integrar com o BitTorrent Bundle, permitindo que você acesse facilmente os conteúdos desejados no smartphone.



17/02/14

Nokia reforça que venda para a Microsoft será concluída até março deste ano

A fabricante afirma que a disputa legal por conta dos impostos de uma de suas fábricas na Índia não irá atrasar o término do negócio com a empresa de Bill Gates
jÁ se passaram quase seis meses desde que a Microsoft anunciou sua intenção de adquirir o setor de dispositivos móveis da Nokia por US$ 7,2 bilhões, mas o processo ainda não foi concluído. Agora, a fabricante de celulares reiterou seu objetivo de concluir a venda antes do término deste trimestre, em março.

Em um texto divulgado à imprensa, a Nokia reforçou que a disputa de impostos pó conta de uma de suas fábricas na Índia não vai afetar o prazo de encerramento do negócio com a Microsoft. A afirmação vem apenas alguns dias depois de sabermos que a fabricante estava solicitando que a Suprema Corte indiana revertesse uma decisão que supostamente complicaria o processo de aquisição.

“A transação ainda tem conclusão esperada no primeiro quarto de 2014, sujeita a aprovações regulatórias e outras condições de encerramento costumeiras, não relacionadas aos procedimentos no caso dos impostos indianos”, reiterou a empresa finlandesa.
Ansiedade

Com as declarações do novo CEO da empresa de Bill Gates, Satya Nadella, a respeito da importância do avanço o setor de dispositivos móveis, imagina-se que ambas as companhias estão ansiosas pelo término de todo o processo. Ainda assim, resta um mês até o prazo previsto, então só podemos esperar para ver se não existirão outras interferências.

Fonte: The Verge

Você sabe a diferença entre apocalipse e armagedom?

As duas palavras são comumente usadas quando o assunto é o fim do mundo, mas elas têm significados bem diferentes

Muita gente se refere ao fim dos tempos usando duas palavras que, na verdade, não têm o mesmo significado. Se você tem algum tipo de interesse em como a Terra vai acabar, seja por motivos religiosos ou não, saiba que “apocalipse” e “armagedom” são coisas bem diferentes.

A palavra “armagedom” representa o local do fim do mundo, enquanto “apocalipse” pode representar uma série de eventos diferentes. A Bíblia conta com apenas uma referência ao armagedon. Essa palavra vem do hebraico “har”, que significa “montanha”; e de “Megido”, que era o nome de uma cidade que pertencia aos cananeus. A tal cidade hoje não passa de ruínas, localizadas a 90 km de Jerusalém.

A história de Megido sempre foi permeada com muitas lutas e sangue, inclusive em relatos bíblicos. O próprio rei Salomão usou a cidade para abrigar seus cavalos. Posteriormente, em 1918, a batalha entre britânicos e turcos acabou dando origem a Israel moderna. É dito que o período de mil anos de paz começará em Armagedom, quando Jesus e todos os santos derrotarão o Anticristo.
Algo descoberto

Fonte da imagem: Shutterstock

Quanto ao apocalipse, a palavra vem do grego e significa “algo descoberto”. Ou seja, o apocalipse é, na verdade, uma visão do futuro, como no próprio Livro do Apocalipse e no Apocalipse de São João. A palavra está presente em vários trechos bíblicos e, por isso, é passível a vários tipos de interpretações, inclusive a de que haverá o apocalipse na batalha de armagedom. O plano divino para restabelecer a paz mundial também faz parte do apocalipse, inclusive.

É preciso entender também que o apocalipse religioso faz referência ao julgamento final, diante do qual, supostamente, todos os homens terão direito à redenção assim que provarem sua fé.

Já o chamado apocalipse secular diz respeito ao fim do mundo, mas de outra maneira: trata-se da especulação a respeito do que pode acontecer caso o aquecimento global continue em alta, por exemplo. Idem para poluição, superpopulação, desmatamentos, guerras, conflitos e crises sociais. Enquanto o evento religioso pode dar esperança, o secular abre os nossos olhos, para que percebamos o que estamos fazendo com nosso próprio habitat.

Formiga brasileira pode ser o primeiro inseto capaz neutralizar veneno

Formiga brasileira pode ser o primeiro inseto capaz neutralizar veneno
Depois de causar transtornos nos Estados Unidos, estudos sugerem que essa pode ser a primeira espécie capaz de neutralizar o veneno de outras formigas que representam sua principal ameaça

Desde o ano passado, algumas regiões dos Estados Unidos vêm sofrendo com o crescimento da população das formigas invasivas da espécie Nylanderia fulva. Nativas do Brasil e da Argentina, as formigas receberam o nome de “Raspberry crazy ants” nos Estados Unidos, em referência a Tom Raspberry, que foi quem descobriu o problema em 2002.

Além de causar prejuízos por causa do ataque a aparelhos eletrônicos, essa espécie está interferindo diretamente no ecossistema da região. Isso fez com que Ed LeBrun e sua equipe da Universidade do Texas começassem a estudar a espécie na tentativa de combatê-la.

10/02/14

Os 10 passos árduos para uma fabricante atualizar seu Android [infográfico]

Não basta esperar a Google liberar a nova versão. Há muito mais passos complicados nesse processo de atualização

A Google anuncia uma nova versão do Android e os consumidores que possuem aparelhos com o sistema operacional portátil já começam a pensar: “Será que o meu aparelho vai receber essa atualização?”. Infelizmente, nem sempre a resposta para isso surge rapidamente, pois existe uma série de etapas que devem ser cumpridas antes que uma fabricante consiga liberar o novo sistema aos seus clientes.

Mais do que isso, em muitos casos até mesmo a confirmação do suporte pode demorar, pois as fabricantes de celulares e tablets precisam fazer uma série de verificações. Será que é viável lançar a atualização para os consumidores? Será que os aparelhos vão ter hardware para rodá-la? Confira um pouco mais sobre esse longo processo entre os laboratórios da Google e o seu aparelho.

Apenas para esclarecer e tornar o entendimento mais simples, vamos utilizar o termo “fabricante” para definir as empresas de hardware, como processadores e chipsets (Qualcomm, por exemplo); o termo “montadora” será utilizado para quem produz os smartphones (como a HTC ou a Sony).
Tudo começa com a Google

Essa informação pode ser bastante óbvia, mas é a Google que começa todo o processo de liberação do Android para os consumidores. Depois de realizar as melhorias sobre a versão vigente, a empresa de Mountain View fornece o kit de desenvolvimento da nova versão para que as montadoras possam avaliar o que está por vir. Somente depois disso é que ela faz o anúncio oficial de um novo Android.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

É dessa forma que a Google garante que as empresas não serão pegas de surpresa com o anúncio de alguma nova função — o que poderia causar muitos problemas para elas, principalmente para as que já estão com os roadmaps consolidados e com os produtos em testes. Como você pode imaginar, esse tipo de parceria também é rentável para a Google, pois sem as montadoras ela não conseguiria atingir o mercado como faz atualmente.
Obtendo aval das fabricantes de hardware

De nada adianta a HTC desejar atualizar os seus aparelhos com os novos sistemas operacionais se o hardware deles não oferecer suporte para isso. Por essa razão, a Google também fornece o código-fonte do Android para as fabricantes de chipsets — para que elas definam se os processadores utilizados em cada aparelho são fortes o suficiente para executar as funções do sistema.

(Fonte da imagem: Reprodução/Qualcomm)

Caso a fabricante dos chipsets (como a Qualcomm) confirme que eles são capazes de executar o novo Android, um novo código-fonte é enviado para as montadoras de smartphones (Sony, por exemplo) com as linhas de código de suporte necessárias para que o aparelho consiga utilizar o processador da melhor maneira possível. Somente depois disso é que a montadora vai desenvolver os softwares de controle — como o Sense da HTC ou o TouchWiz da Samsung.
Em contato com as operadoras

Caso o aparelho em questão seja distribuído por diversas operadoras, a montadora terá que entrar em contato com elas para que cada uma possa criar suas próprias modificações — o que inclui os aplicativos de verificação de saldo e serviços de música online, por exemplo. Depois de ouvir e negociar as exigências da operadora, as novas linhas de código são adicionadas no Android.

Vale lembrar que, se estivermos diante de uma versão desbloqueada de fábrica ou então de um aparelho Google Edition, essa etapa será totalmente ignorada. Por outro lado, se o smartphone for desbloqueado depois de sair das fábricas, ainda será necessário esperar pelo aval das operadoras antes de o processo seguir para as próximas etapas.
É hora de testar

Com o sistema operacional já ajustado pelas fabricantes de chipsets e operadoras, chega o momento da realização de testes que vão tentar localizar qualquer bug que possa ter escapado dos atentos olhos dos programadores. Isso acontece de uma maneira conjunta entre praticamente todas as partes envolvidas — incluindo a Google, em casos mais específicos de aparelhos tops de linha.

 
Se a fabricante dos chips, a montadora dos celulares e os beta-testers das operadoras derem sinal positivo, o sistema operacional é finalmente considerado pronto. Com isso, as montadoras das smartphones só precisam iniciar a propagação dos pacotes de atualização, o que na maioria esmagadora dos casos acontece pelo sistema OTA — “Over-the-Air”.

Isso significa que os consumidores recebem a atualização diretamente em seus aparelhos, precisando apenas de uma conexão ativa com a internet para realizar o download dos pacotes. Depois de baixado o novo sistema, o usuário só precisa autorizar a instalação e aguardar alguns minutos enquanto a atualização é feita no smartphone. Com isso, os smartphones estão prontos para serem utilizados com o novo Android.

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Como você pode perceber, não é apenas a Google que precisa autorizar a atualização de um smartphone para versões mais recentes do Android. Além da empresa de Mountain View, fabricantes de chipsets, montadoras e até mesmo as operadoras interferem nesse processo. Você ainda está esperando pela atualização do seu aparelho?

06/02/14

5 grandes apps Android que fazem coisas incríveis que o iPhone não pode

Top-5 Apps AndroidPlataforma móvel da Apple é bem capaz, especialmente com os acréscimos Apple fez recentemente no iOS 6 e 7 iOS . Os desenvolvedores agora têm mais acesso do que nunca para os recursos de software que tinham sido anteriormente fora dos limites, ea última rodada de aplicativos introduziu bastante grande nova funcionalidade para iPhones e iPads como resultado. Mas a verdade é que ainda há toneladas de coisas incrivelmente úteis para Android dispositivos podem fazer que os dispositivos iPhone e outros iOS simplesmente não pode.

05/02/14

Conheça as balas RIP e veja a nova munição devastadora em ação [vídeo]



Uma nova munição devastadora foi lançada no final do mês passado em uma convenção de armas e tiros em Las Vegas, nos Estados Unidos. Sugestivamente, o produto recebeu o nome de “RIP”, que significa Radically Invasive Projectile (Projétil Radicalmente Invasivo), mas também é um trocadilho com a sigla de “Rest In Peace” (Descanse em Paz), expressão comum em inglês.

As balas tem um design diferenciado e o segredo de sua eficiência está na ponta oca que se divide em diversos pedaços após o disparo. Segundo a G2 Research, empresa responsável pelo desenvolvimento do produto, a munição foi criada para garantir a segurança pessoal, já que este é “o último round que você vai precisar”.

Desde o lançamento, as balas RIP estão fazendo sucesso e as demonstrações de sua potência somaram milhões de visualizações no YouTube. Para mostrar em detalhes o efeito de um disparo realizado com essa munição, a equipe do canalRated RR testou as balas em gelatina balística e filmou tudo em câmera lenta para simular como seria o estrago de um desses projéteis no corpo humano.

De acordo com os fabricantes, as balas RIP foram criadas para “atingir todos os órgãos vitais” em “nove aberturas separadas” para fazer com que as vísceras explodam de maneira irreparável. Meio violento demais, não é mesmo?!

Bem, veja o projétil em ação novamente – agora em câmera superlenta – e compartilhe conosco suas opiniões nos comentários.